Perguntas Frequentes

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O que é incontinência urinária?
A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, que pode acarretar em constrangimento social ou higiênico. Pessoas que têm o problema frequentemente apresentam episódios de escape de urina em suas roupas íntimas, sem que possam evitar.

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Quem está sujeito a ter o problema?
A incontinência urinária ocorre em ambos os sexos e em todas as faixas etárias. Tanto as crianças, como os adultos e os idosos podem ter incontinência urinária por causas diferentes.

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Existe algum fator de risco para desenvolver a doença?
Existem situações e doenças que aumentam o risco de incontinência urinária. Para responder adequadamente à pergunta, é necessária uma análise do problema nas diferentes faixas etárias e sexos. Na criança, a enurese noturna (nome que se dá à incontinência urinária noturna da criança) é mais comum em filhos de pais que tiveram o problema. A incontinência urinária feminina é mais comum em mulheres que tiveram gestações e partos normais. Nos homens, a incontinência atinge principalmente pacientes que foram submetidos a cirurgias de câncer de próstata. Além disso, doenças neurológicas, obesidade, diabetes, doenças pulmonares crônicas e envelhecimento predispõem ao surgimento da incontinência urinária..

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Qual a relação entre incontinência urinária, partos e gestações?
Embora haja controvérsias na literatura médica, as gestações e os partos (principalmente os normais) são considerados fatores de risco para o surgimento de incontinência urinária. Porém, existem outros fatores envolvidos nesta questão, em especial a tendência familiar e a qualidade tecidual.

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O que é incontinência urinária?
A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, que pode acarretar em constrangimento social ou higiênico. Pessoas que têm o problema frequentemente apresentam episódios de escape de urina em suas roupas íntimas, sem que possam evitar.

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É normal ter o problema na velhice?
Existem diversas formas de tratamento da incontinência urinária. Esses tratamentos vão desde medidas simples, como mudanças de comportamento miccional, até cirurgias complexas. Há tratamentos de reabilitação muscular (fisioterapia), uso de medicamentos e cirurgias minimamente invasivas bastante eficazes.

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Como a doença pode ser tratada?
A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, que pode acarretar em constrangimento social ou higiênico. Pessoas que têm o problema frequentemente apresentam episódios de escape de urina em suas roupas íntimas, sem que possam evitar.

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A menopausa tem relação ou predispõe o problema?
A falta de hormônios femininos traz alterações importantes para o trato urinário inferior (bexiga e uretra). A deprivação hormonal não é uma causa isolada de incontinência urinária, mas, certamente, pode predispor ao surgimento ou à piora das perdas urinárias.

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Traz algum risco maior à saúde?
A incontinência urinária representa um fator negativo para a qualidade de vida de seus portadores, podendo alterar significativamente a vida social, familiar e sexual. Existem, evidências de que possa predispor infecções de pele, retardo na cicatrização de feridas crônicas e aumento da incidência de infecções urinárias. Especificamente em idosos, com problemas de bexiga hiperativa e urgência miccional, há maior risco de quedas e fraturas que representam fator importantíssimo de morbidade e mortalidade nessa população.

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Qual é o número de pessoas com esse distúrbio?
Não se sabe com precisão o número de portadores de incontinência urinária. O que ocorre porque grande parte dos portadores não procura assistência médica. Estudos epidemiológicos mostram que de 10% a 25% das mulheres, com idades entre 15 e 64 anos, apresentam incontinência urinária. Em outra pesquisa científica, ficou evidente que 50% das mulheres entre 17 e 25 anos apresentaram algum episódio de perda urinária desencadeada por esforços durante suas vidas. Na população acima dos 60 anos, os índices de incontinência são maiores. Estima-se que de 33% a 38% dessas mulheres apresentem incontinência urinária. Nos idosos que se encontram internados em casas de repouso, o índice é de 45% a 55%. Na população infantil, o índice de enurese noturna é de 15% após os quatro anos e meio.

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As cirurgias para correção funcionam?
No passado, as técnicas cirúrgicas para correção de incontinência urinária apresentavam taxas elevadas de falta de êxito a médio e longo prazos. Atualmente, utiliza-se outro princípio técnico, que envolve a colocação de uma pequena faixa sintética sob a uretra. Essa técnica, conhecida como “sling”, é uma cirurgia minimamente invasiva, com recuperação pós-operatória rápida, pouquíssimo dolorosa e que apresenta resultados excelentes.